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segunda-feira, 20 de junho de 2011

MACONHA MAIS PODEROSA PRODUZIDA NA COLOMBIA PODE AUMENTAR O TRÁFICO. Liberar a maconha é liberar a morte.

As autoridades colombianas que tratam do combate às plantações de maconha e coca e ao narcotráfico estão muito preocupadas com o desenvolvimento de novos cultivos de maconha na região de Cali. Segundo eles, os camponeses estão plantando variedades modificadas geneticamente, mais poderosas, com maior teor de THC, e que provocam efeitos de maior intensidade. Essas variedades são exportadas via Equador e Venezuela para a Europa, especialmente, por um valor até dez vezes maior que as variedades mais comuns.

A preocupação das autoridades é que as plantações são estimuladas pelas Farc, que abastecem o mercado brasileiro com drogas e armas ilegais, e com isso o grupo terrorista obtém mais capital para cometer seus crimes. 

É, pois, uma verdadeira aberração imaginar que a liberação do consumo ou a descriminalização do uso da maconha no Brasil vá trazer algum benefício à população. Só teremos mais violência e mortes.

Evidentemente a conversinha mole dos maconheiros, creio até, alguns inocentes úteis a pregar o direito natural às drogas,  é uma idiotice total. O jogo é pesado e os interesses criminosos e políticos aliados fazem da plantação de maconha e coca uma verdadeira mina de ouro para os bandidos.

Como o quilo da maconha modificada vale dez vezes mais que a comum, isso estimulará ainda mais a produção, fazendo com que os traficantes incentivem o aumento do consumo.

Assim como nos morros do Rio os traficantes promovem festas para facilitar o envolvimento de mais jovens com as drogas e aumentar o número de viciados e "agentes do tráfico", assim fazem os traficantes internacional.

Sabe-se lá quem está por trás de alguns dos movimentos de liberação das drogas no Brasil.

Gente boa e interessada no futuro dos nossos filhos é que não é. São bandidos aliados a movimentos sociais, numa rama sórdida que visa apodrecer a sociedade e facilitar aos movimentos de esquerda (os defensores das drogas) a tomarem o poder.

Depois a situação muda de figura: cadeia e perseguição aos usuários e traficantes. Mas essa é outra história e etapa dos movimentos revolucionários.

Os camponeses colombianos da região de Cali não contam onde estão tais campos, mas argumentam que o café e a banana não conseguem obter a mesma rentabilidade por hectare cultivado. Como o que importa, de imediato, aos camponeses é dinheiro na mão, aceitam produzir para os traficantes.

Segundo o comandante da polícia da região de Cauca, coronel Carlos Rodriguez, o quilo dessa droga pode atingir 100 mil pesos, dez vezes mais que a maconha normal. Com isso, diz ele apreensivo, "os traficantes podem comprar mais armas". Os traficantes a que ele se refere são a chamada Frente 6 das Farc, que controlam a região da selva, embora esteja cercada pelo Exército e pela polícia colombiana. 

Aqui no Brasil, as pessoas que gostam de fato de suas famílias deveriam mesmo organizar marchas contra a liberação da maconha ou outras drogas. Não é possível que alguns milhares de usuários e traficantes imponham uma realidade ao País. É uma verdadeira vergonha. Nada há de errado em organizar marchas e protestos contra as drogas.

Claro que ao pai de família que trabalha e não que seus filhos envolvidos com traficantes ou com drogas (e a maconha leva mesmo às drogas químicas) não tem motivo para se envergonhar de protestam contra esses vagabundos.

Claro que parece errado protestar contra as drogas quando até um ex-presidente como FHC fala o contrário. Quando os filmes e séries de TV transformam a maconha em cult. Mas quem disse que ele, por ser ex-presidente, está certo? Pode ter acertado na economia, mas nada entende de drogas, aparentemente. 

É impossível achar que liberar drogas evitará danos a alguém. O dano será evitado se não se permitir o uso e se combater com firmeza os traficantes.

Os que se passam por poetas e gente do bem, falando coisas bonitas e sedutoras sobre as drogas e sobre seu uso ter a ver com liberdade, são agentes do próprio mal, pois o que há de bom em abdicar de sua capacidade de decisão a uma erva como a maconha?

A maioria dos usuários de maconha nem consegue falar direito. Mal se expressam, parecem abobalhados, perdem o raciocínio lógico. Ficam parecendo tontos em marcha lenta. Qual a graça disso? Estão vivendo em outro mundo, mais transcendental? Acham que são mais espertos e iluminados que os bobos que trabalham para os sustentar?

Até que partem para outras drogas, já vi tantos casos, e depois perdem o amor próprio, o auto-respeito, a vergonha, se auto-destróem, e muitos morrem. Quando não matam antes.
  
Informações extraídas de El Tiempo, Colombia.

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